Ford Galaxie 500









Fábrica Willys Overland que fabricou o primeiro carro brasileiro Galaxie 500:







História Galaxie 500:

 Década de 1960:

Em 1965, o gerente da Ford do Brasil já anunciava o lançamento de um moderno carro luxo. O Ford Galaxie fabricado no Brasil foi apresentado no V salão do automóvel, no ano de 1966. O modelo era baseado no Ford Galaxie 500 sedan americano de 1966. Sua fabricação se deu início no ano de 1967. O Galaxie 500 brasileiro era um sonho de consumo da alta sociedade. Tinha um motor V8 Y-Block 272 de 4,5 litros (4.458cm³) que rendia 164 hp brutos, cerca de 110 cv reais, emprestado da linha de caminhões da Ford no Brasil (posteriormente, em 1969, foi divulgado um novo valor de potência bruta: 170 hp) e pesava 1780 quilos. Com o motor 272 ele alcançava 150km/h, e fazia 0-100km/h em 14,9 segundos. Ele tinha relativamente pouca potência, mas era uma usina de torque, podendo retomar de 30km/h na última marcha (o câmbio era de três marchas na coluna) em uma leve subida. Nessa edição "Galaxie 500" contava com 5,33 metros, suspensão e bancos muito macios.Em 1968 o Galaxie retrovisores externos, que até então eram opcionais pois não era item obrigatório. Neste ano o carro atingiu 13.700 unidades produzidas.Em 1969, foi lançada a versão LTD do Galaxie, mais luxuosa, com acabamento do painel e das portas melhorado, teto em PVC vinil, ar condicionado e câmbio automático opcional (câmbio automático hidramático, como chamado na época) opcionais, etc. O LTD foi o primeiro carro brasileiro a ter câmbio automático e o segundo a ter ar condicionado e foi responsável por popularizar esses itens no país. A versão era equipada com um novo motor, o 292 V8, que já vinha equipando as últimas versões de 1968. Este motor era o 272 redimensionado. Com 4.8 litros (4.785 cm³), rendia 190 hp brutos, cerca de 125 cv reais pelas normas atuais. Com o 292, o Galaxie 500 de 1970 alcançava 161km/h e fazia 0-100km/h em 13 segundos. O LTD, no entanto, era bem mais lento, devido ao câmbio automático, que ainda privilegiava a maciez e ao peso bem mais alto. Sua velocidade máxima aproximava-se dos 145 km/h e sua aceleração de 0 a 100 km/h era realizada em cerca de 19 segundos. A partir de 1970 esse motor seria montado em toda a série Galaxie.Os motores Y-block 272 e 292 eram famosos pelo altíssimo torque e pela alta resistência.
Em 1970 surgiu o Galaxie Standard, ou somente Galaxie. Era uma versão de entrada do luxuoso sedã. Não possuía direção hidráulica, relógio e rádio. Também vinha sem a maioria dos frisos, sem as calotas grandes e pneus comuns sem faixa branca. No ano anterior, a Chrysler havia lançado o Dart e em 1971 a GM o Chevrolet Opala Gran Luxo, que tentavam concorrer com o Galaxie. Então a Ford começou a fabricar uma versão ainda mais luxuosa que o LTD, o Landau|LTD Landau. Apresentado na linha 71, ele oferecia além do teto de PVC vinil, vigia traseiro menor, aplicações em Jacarandá no painel e nas portas, forrações finas no interior e um adorno em formato de "S" que caracterizava o modelo. Era de longe o carro nacional mais requintado. Em 1971 as luzes de Caixa de velocidades|marcha-à-ré deixavam de ser integradas às lanternas traseiras e passavam a ser localizadas no pára-choque, aonde foram mantidas até à linha 1980. Com esta alteração na linha 71, evidentemente as lanternas traseiras foram redesenhadas. A grade frontal também ganhou um novo design, com as lanternas/setas por trás. Além de novas calotas e maçanetas das portas.Em 1972 o Galaxie Standand deixa de ser produzido.
Em 1973, ganhou novo capô, nova grade, teve a traseira redesenhada (e mais uma vez ganhou novas lanternas), novas calotas, frisos redesenhados e uma maior diversidade de cores. Em 1974 e 1975 não houve maiores mudanças.
Para a linha 1976, o Galaxie passou por grandes mudanças estéticas. Os faróis passaram a ser dispostos horizontalmente, assim como as lanternas traseiras, estas divididas em 3 segmentos em cada lado, mantendo a característica dos piscas traseiros sempre funcionando nas luzes de freio. As lanternas dianteiras passaram a ser maiores, mais envolventes e em posição vertical, ganhando lâmpadas âmbar, e sempre mantendo suas lentes na cor branca e a dupla função de pisca e luz de estacionamento na mesma lâmpada em todos os anos do modelo. O Galaxie 500 tinha a grade dianteira diferenciada das outras versões, com filetes horizontais que iam de uma lanterna dianteira até a outra, passando em volta dos quatro faróis. Já o LTD e o Landau tinham a grade dianteira com filetes verticais, porém sem que estes filetes passassem em volta dos quatro faróis. O vidro traseiro permanecia, como sempre, em tamanho reduzido apenas na versão topo de linha Landau, que era vendido apenas na cor cinza prata, com teto de vinil da mesma cor. O interior passou a ter tecidos mais finos, como o veludo inglês e a casimira inglesa no Landau, e também passou a ter carpete de altíssima qualidade. Além de todas essas mudanças ele ganhou um novo motor, o 302 mexicano, que foi erroneamente apelidado de canadense por ele ter algumas unidades exportadas para o Brasil pela Ford Motor Company via Canadá,  (que já equipava o Ford Maverick), trazendo grandes mudanças ao carro: 5,0 litros (4.950 cm³), que geravam 199 hp brutos, ou 135 cv reais, e sua velocidade final era de cerca de 160km/h na versão manual e 155km/h na versão automática.
Em 1978 toda a linha recebia novo volante de 4 raios, além de novo padrão de estofamento, além de nova cor cinza exclusiva para o Landau. Também recebeu pneus radiais, suspensão recalibrada e cintos retráteis na frente.
O ano de 1979 é o último em que o Galaxie 500 é fabricado, recebendo novos frisos e uma grade em plástico preto. O carro passou a ter ignição eletrônica opcional. O ar condicionado passou a ser integrado no painel e possuía um novo carburador com venturi variável.
                                                                 
 Década de 1980:

Para 1980 só eram disponíveis os modelos LTD e Landau. Por causa da crise do petróleo, foi lançada a versão com motor 302 álcool combustível|movida a álcool com enorme tanque de 107 litros, que chegou a responder pela maioria das vendas. Neste ano também surge a famosa cor Azul Clássico para o Landau, que dava um toque de classe a mais no carro. Os refletores vermelhos na até então exclusiva dos carros da frota da Ford designados para a sua presidência, refletores nas extremidade das laterais traseiras mudavam e passavam a ser iluminados quando se acendiam as lanternas. Ganhou porta-malas com abertura interna. No mesmo ano, quando o Papa João Paulo II visitou o Brasil, foi fabricado um modelo especial de Landau apelidado de ''Landau-Papamóvel'', que foi utilizado durante a estada do Papa pelas cidades de São Paulo, Aparecida do Norte e Salvador.
Em 1981 as luzes de Caixa de velocidades marcha-à-ré voltam a ser integradas às lanternas traseiras, desta vez ocupando o lugar aonde até 1980 acendia o terceiro par da meia-luz traseira. Eram adotados também suspensão recalibrada e novas pinças de freio. 
No ano de 1982 encerrava-se a produção do LTD. A única versão disponível passou a ser a topo de linha Ford Landau. 
Em 2 de abril de 1983 o Galaxie saiu de linha totalizando 77.850 unidades produzidas em seus 16 anos de luxo, mas mesmo assim o carro recebeu a primeira calota presa com parafusos (rosqueadas). Neste último ano somente 125 unidades foram produzidas. Nesta época, com o agravamento da crise do petróleo, diminuiu a procura pelos sedãs grandes, o que levou a Ford a encerrar a produção deste que foi o mais luxuoso automóvel produzido no Brasil.


                                                      Ford Galaxie 500 1966:













                                                      


















                                                      


                                                     


Ford Galaxie LTD 1969:


















Ford Galaxie Standard 1970:





Ford Galaxie LTD Landau:






















Ford Galaxie Landau:


































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Ford Courier









Ford Courier Primeira Geração 1952-1960:


Esta foi uma entrega sedan baseado no tamanho completo linha perua da Ford. Seu código de modelo foi designado 78A.
De 1952-1956 acesso à zona de armazenamento traseira era através de uma porta única articulada no lado. Para 1957 e 1958, a porta traseira de acesso foi uma combinação da porta do elevador e traseira sendo ligada com duas escoras de ligação. Este desenho significa que a porta de vidro de apoio traseiro teve de ser dividido em três secções, duas porções curvadas exteriores e uma parte central.
Em 1959, todos os Correios assumiram o estilo de corpo de janela muito semelhante aos vagões Rancho Tudor e seu código de modelo foi re-designado como 59E. O último ano para o Courier baseado carro de passageiros seria de 1960, quando ele permaneceria um vagão comercial.


    Ford Courier Segunda Geração 1971-1976:


No início de 1970, o nome de Ford Courier foi aplicado em uma picape compacta, fabricado pela Mazda. Tinha maior economia de combustível do que os recolhida completos da época. [ carece de fontes? ] The Courier foi fabricado pela Toyo Kogyo (Mazda), e importados e vendidos pela Ford Motor Company como uma resposta à popularidade imprevista do pequeno Toyota e Nissan / Datsun pickups entre os compradores jovens no Ocidente.Como os outros mini-coletores da época, ele apresentava um litro sub-2, de quatro cilindros, um de quatro velocidades transmissão manual , tração traseira , uma capacidade de carga impressionante de £ 1.400 (635 kg), considerando seu tamanho, e um preço relativamente pequeno em comparação com captadores em tamanho real da época. Para contornar o "25% de imposto de frango "em caminhões leves, correios (como aChevrolet LUV ) foram importadas em "chassis cabina" configurações, que incluiu o caminhão leve todo, menos a caixa de carga ou cama do caminhão e só estavam sujeitas a um 4 % tariff Subsequently, uma cama de caminhão estaria ligado ao chassis e o veículo poderia ser vendido como um caminhão de luz.
A segunda geração do Ford Courier vendido por pouco mais de EUA $ 3000 quando introduziu-perto do preço de um F-100.
O styling corpo era efetivamente o da Mazda B-Series relacionados, porém seu estilo frontal era único, com uma grade projetado para emular o maior Ford F-series, e os grandes faróis individuais, em vez de unidades gêmeas menores do B-série.
Quando a Courier foi introduzido ele veio de fábrica com um litro cam 1.8 em cima, que produzia 74 cv (55 kW) a 5.070 rpm, e 92 lbf · ft (125 Nm) a 3.500 rpm. A transmissão manual de quatro marchas era padrão, e houve também um 3-velocidade automático opção (a opção manual de 5 velocidades veio em 1976).
Badging do Courier mudou algumas vezes na primeira geração. Em 1972, a porta da bagageira ler "Ford Courier" em grandes letras em relevo, com um pequeno "Courier" emblema na parte frontal do capô (de 73 em 76 através do capô Badging ler "FORD"). Em '73 a porta traseira ler "Courier", em letras grandes, com uma pequena "FORD" badge no canto superior esquerdo. Em '74 ele ler "FORD", em letras grandes, com uma pequena "Courier" badge no canto inferior direito. Em 1976, a cabina foi alongado de 3 polegadas (76 mm), e a grelha recebido adicionado guarnição.


                                    Terceira Geração 1977-1985:


Começando em 1977, a Ford deu a Courier um olhar fresco, que se deslocam para o estilo mais blocos, angular, que é distinto de 1980 design automotivo. Em 1979, o motor modelo base foi aumentada em tamanho para 2,0 litros (120,1 CID).
O veículo foi disponíveis com travões de disco frontal, bem como um Ford construído opção 2,3 litro. A característica de identificação fundamental do Correio da Mazda B-Series ainda os faróis singulares, embora com parque e luzes indicadoras colocadas inserção começando em 78 (77 ainda tinha as luzes de mudança de direcção no pára-choques). Em 1979, o modelo básico do motor foi aumentado em tamanho para 2,0 litros (120,1 CID). O opcional Ford 2.3 L (140 cu in) do motor foi produzido no Brasil. O Correio nunca estava disponível com um motor a diesel em os EUA. No entanto, a década de 1980 Mazda B2200 estava disponível com o S2, um Perkins-construído 4.135 (4 cilindros, 135 CID) 2.2 litro motor diesel, produzindo 66 cv (49 kW) a 2.100 rpm. Este mesmo motor diesel estava disponível no 1983 e 1984 Ford Ranger, no entanto, ele foi substituído pelo Mitsubishi 4D55T 2,3 litros Turbo Diesel (também usado no próprio Max poderoso da Mitsubishi e da Dodge Ram 50 ) para o 1985-1987 Ford Rangers.
O Correio continuou a ser vendido na América do Norte até o ano modelo 1982. Para 1983, a Ford introduziu o seu próprio Ford Ranger para preencher o segmento de caminhão compacto noEstados Unidos e Canadá , efetivamente substituindo o Courier. Contudo, em outros mercados (tal como a Austrália), esta geração de Correio continuou até o ano 1985, quando a próxima geração foi introduzida. Modelos australianas recebeu um facelift em torno de 1982/1983.
Variantes elétricas entre 1979 e 1982 uma série de elétricos da Ford Correios foram produzidos - Jet Industries compra de veículos "planadores" (corpos Ford Courier menos seus motores), e colocar em um motor de série DC e baterias de chumbo ácido, para produzir o Jet Industries ElectraVan 750 . Estes foram vendidos principalmente para uso como caminhões de serviço, geralmente para os departamentos do governo local. Eles tinham uma velocidade máxima de cerca de 70 mph (113 km / h), e iria de 50 a 60 milhas (97 km) com uma carga completa. Um número desses veículos ainda existem, geralmente com sistemas de controle de motores atualizados e maiores baterias de tensão.


                                              Ford Courier Europa 1991-2002:


A Ford Courier Van baseada no Ford Fiesta foi lançado na Europa em 1991. Com base na plataforma Fiesta Mark III, foi também produzido na versão Mark IV 1995. Foi substituído em 2002 pelo Ford Transit Connect.


                                              Ford Courier Brasil 1998-2013:


O nome também foi aplicado a um pequeno utilitário cupê de esquema semelhante produzido pela Ford no Brasil e exportados para países como o México , mas de repente ele foi removido para dar lugar a norte-americana Ford pick-ups em seu lugar. Ele é baseado no modelo 1998 do Ford Fiesta . Embora seu tratamento frontal é o mesmo que construiu baseada Sul-Africano Fiesta Ford Bantam " bakkie utilitário cupê ", ele tem uma caixa de carga completamente diferente. A versão sul-Africano teve as portas curtas do hatchback de 5 portas e pequenas quarterlights no estilo da maior cabine estendida, pick-ups, ea versão brasileira teve mais portas do 3 portas e sem janelas trimestre.
Sua capacidade de carga é de 700 kg (1.543 £). Até 1999, o Correio usou o Endura 1.3 litros motor eo Zetec-SE motor 1.4 16v. O Mk IV 1.4 16v Zetec-SE tem uma velocidade máxima de 170 km / h (106 mph) e pode acelerar de 0-100 km / h (0-62 mph) em 12s. Desde 2000, ambos os motores foram substituídos pelo Zetec Rocam 1,6-litro. O Mk V modelo 1.6 tem velocidade máxima de 180 km / h (112 mph) e pode acelerar de 0-100 km / h em 10 segundos.
A partir de 2013, a fábrica de São Bernardo do Campo no Brasil suspendeu o modelo de produção para consumidores e empresas comuns, mas a Ford não confirmou que o modelo foi retirado de linha definitivamente.

                                  
                     


Ford Courier Primeira Geração 1952-1960:



































Ford Courier Segunda Geração 1971-1976:






Ford Courier Terceira Geração 1977-1985:














Ford Courier Europa 1991-2002:






Ford Courier América Latina 2000-2013:










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Ford F-Séries









Picape Ford F-Séries:

A primeira picape da série F da Ford foi introduzida em 1948, substituindo o modelo anterior, construído na plataforme dos automóveis de linha. Era uma picape com aparência moderna e caçamba de superfície plana, de peça única e faróis integrados ao corpo. Trazia vários opcionais, como eram o limpador e lavador do para-brisa (com êmbolo operado pelo pé), para sol para o passageiro, e do passageiro lateral taillight.
O caminhão F-1 foi também disponível com adicional cromo e dois chifres como uma opção. Todas as séries F estavam disponíveis em "Marmon-Herrington All Wheel Drive" até 1959. 
Design do caminhão F-Series pouco mudaram a partir de 1948 a 1952. A partir de 1948-1950, a churrasqueira foi uma série de barras horizontais e os faróis foram fixados para o fenders. Para 1951 e 1952, os faróis foram ligados por uma grande cruz aerodinâmico peça com três similarmente aerodinâmico suporta. O vidro traseiro era mais amplo, no caminhões e mais tarde no painel de instrumentos foi redesenhado. 
F-série caminhões foram construídos em dezesseis diferentes Ford Motor Company|Ford plantas. Pelos números de série pode-se saber o modelo, motor, ano, a planta de montagem, número e unidade. O modelo mais comum foi a F-1 com uma cama 6 ½-pé seguido pelo F-2 e F-3 Express, 8 modelos com um pé-cama.

Os Modelos são:

 F-1: 1/2 [[ton]] (4,700 GVWR max)
 F-2: 3/4 ton (5,700 GVWR max)
 F-3: Heavy Duty 3/4 ton (6,800 GVWR max)
 F-3: Parcel Delivery (7,000 GVWR max) & optional rear spring pkg (7,800 GVWR max)
 F-4: 1 ton (7,500 GVWR max) & optional 1 1/4 ton pkg (10,000 GVWR max)
 F-5: 1 1/2 ton: Conventional, school bus, and cab over engine (C.O.E.) (10,000-14,500 GVWR)
 F-6: 2 ton: Conventional, school bus, and C.O.E. (14,000-16,000 GVWR)
 F-7: Conventional (17,000-19,000 GVWR)
 F-8: Conventional (20,000-22,000 GVWR)

Motores:

1948–1951: 226 CID [[Motor de seis cilindros em linha|Flathead 6 (L-head)]] (H or Rouge 226), 95 hp (71 kW) @ 3.300 rpm da F-1 até à F-6
1948–1952: 239 CID [[Motor V8|Flathead V-8]] (R or Rouge 239), 100 hp (75 kW) @ 3.800 rpm da F-1 até à F-6
1952–1953: 215 CID [[Motor de seis cilindros em linha|Straight-6 (overhead valve)]], 101 hp (75 kW)
1948–1951: 254 CID [[Motor de 6 cilindros em linha|Flathead 6 (L-head)]] (M ou Rouge 254), 110 hp (82 kW) @ 3.400 rpm na F-6 apenas
1948–1951: 337 CID [[Motor V8|Flathead V-8]] (E or Rouge 337). 145 hp (108 kW) @ 3.600 rpm na F-7 e na F-8 apenas
1952–1955: 279 CID [[Motor V8|V8]] válvulas suspensas (EAL), 145 hp (108 kW) @ 3.800 rpm na F-7 apenas
1952–1955: 317 CID [[Motor V8|V8]] válvulas suspensas (EAM), 155 hp (116 kW) @ 3.900 rpm na F-8 apenas

Transmissões:

*Manual, 3 marchas light duty, F-1 apenas
*Manual, 3 marchas heavy duty, da F-1 até à F-5
*Manual, 4 marchas (engrenagem reta), da F-1 até à F-6
*Manual, 4 marchas Synchro-Silent, da F-4 até à F-6
*Manual, 5 marchas overdrive, F-7 e F-8
*Manual, 5 marchas direct drive, F-7 e F-8


                                         Segunda Geração (1953-1956)

A F-Series foi redesenhada para 1953 com um olhar mais integrado. Os captadores também adquiriu os seus nomes conhecidos: A F-1 já se tornou o'' 'F-100''', o F-2 agora passou a ser o'' 'F-250''', e da F-3 já se tornou o 1 tonelada'' 'F-350'''. Começando com os modelos 1956, a Ford oferece muito raras "Low GVWR" versões de cada modelo. Interior amenidades eram novos, incluindo uma cúpula leve, leve, descansa braço, sol e viseiras. Em [[13 de março]] de [[1953]], "Ford-O-Matic" [[câmbio automático]] se tornaram uma opção. 

Na segunda geração dos caminhões, foram construídos no [[Brasil]] de 1957 a 1962 como o F-100, F-350 e F-600

Os Modelos são:

F-100: 1/2 [[ton]] (5,000 GVWR max)
F-110: 1/2 ton (4,000 GVWR max)
F-250: 3/4 ton (7,400 GVWR max)
F-260: 3/4 ton (4,900 GVWR max)
F-350: 1 ton (9,800 GVWR max)
F-360: 1 ton (7,700 GVWR max)
F-500
F-900

Motores:

*1953 - 239 CID (3.9 L) [[motor V8|V8]], 100 hp (74.6 kW)
*1953 - 215 CID (3.5 L) [[motor de 6 cilindros em linha|6 cilindros]], 101 hp (75.3 kW)
*1954-1955 - 223 CID (3.7 L) "Mileage Maker" [[motor de 6 cilindros em linha|6 cilindros]], 115 hp (86 kW)
*1954-1955 - 239 CID (3.9 L) ''Y-block'' "Power King" V8, 130 hp (97kW)
*1956 - 223 CID (3.7 L) "Mileage Maker" [[motor de 6 cilindros em linha|6 cilindros]], 137 hp (102 kW)
*1956 - 272 CID (4.5 L) ''Y-block'' V8, 173 hp (129kW)


                                           Terceira Geração (1957-1960)


O caminhão foi remodelado novamente em 1957 com um capuz que agora sentou nivelado com o fenders e de uma nova grelha cromada. Na volta, os tradicionais separar-fender corpo foi agora chamado ''flareside'', enquanto um novo bom olhar em frente e verso era conhecido como''styleside''. 4x4 drive-trem, uma vez que era terceirizada para Marmon-Herrington agora é produzida em casa pela Ford Motor Company em 1959 para o presente momento. Ford oferece ainda um "Low GVWR" versão de cada modelo. Em maio 1957 Ford descontinuado tornando todos os caminhões na Highland Park Ford Plant em Highland Park (Michigan). Todos os caminhões pesados foram transferidos para o Kentucky Truck Assembly em Louisville, Kentucky. Todos os caminhões ligeiros e médios foram transferidos para outras plantas em 10 a E.U.A.. 

Terceira geração caminhões, foram construídos no Brasil como o F-100, F-350 e F-600 a partir de 1962 a 1971.

Os Modelos são:

F-100 (F10, F11, F14): 1/2 [[ton]] (4,000-5,000 GVWR max)
F-100 (F18, F19)(4X4): 1/2 ton (4,000-5,600 GVWR max)
F-250 (F25, F26)''': 3/4 ton (4,900-7,400 GVWR max)
F-250 (F28, F29)(4X4): 3/4 ton (4,900-7,400 GVWR max)
F-350 (F35, F36): 1 ton (7,700-9,800 GVWR max)
F-500 (F50, F51): 1 1/2 ton (10,000-15,000 GVWR max)

Motores:

1958-1960 – 223 CID (3.7) I6, 137 hp ( 102 KW)

1958- 272 CID (4.5 L) Ford Y-block engine 272/Y-block V8, 173 hp ( 129 KW)

1959-1960 – 292 CID (4.8 L) Ford Y-block engine 292/Y-block V8, 186 hp ( 139 KW)







  Picape F-1:


















Picape F-2:










            
                                                             F-1000: Anos 70 e 80:


O início da produção da picape F-1000 com motor 3.9 diesel MWM com 86.4 cv foi em 1979, na verdade era uma continuação da Ford F-100, pois utilizava o mesmo chassi e a mesma carroceria, com algumas poucas mudanças. Em 1985 foi fabricado versão F-1000 SSS (Super Série Special) e versão F-1000A com motor 3.6 álcool de 6 cilindros (115 cv). A reestilização frontal com quatro faróis retangulares veio em 1986. Em 1988 o eixo traseiro foi redimensionado e as lanternas traseiras iguais à da Pampa. O motor 3.6 passa a ter a versão a gasolina e opção de câmbio de cinco marchas para o motor a diesel a partir de 1989.

                                                                 Anos 90:


Em 1990 a F-1000 foi a primeira picape diesel com turbocompressor com 119 cv. Em 1991 começou a ter o tanque de combustível em plástico polietileno, com capacidade para 114 litros. 
A reestilização e motor turbodiesel um pouco mais potente, com 122,4 cv, veio no início de 1992. Tração 4x4 e a cabine estendida (Supercab), com 56 centímetros adicionais e um banco traseiro para três pessoas foram as mudanças em 1994. Motor 4.9i de seis-cilindros em linha com injeção eletrônica com 148 cv em 1995, que seria seu último ano de fabricação, pois seria substiuida pela Ranger, mas como a sua princiapal rival lançou a S-10, e a Ranger não fez o sucesso logo de partida, no ano de 1996 a Ford voltou a fabricar o modelo, mas todas com modelo 1997, por essa causa que não existe o modelo de ano 1996. 
Em 1997 as mudanças foram retoque na aparência, linhas mais arredondadas e suaves, grade mais ampla, faróis com as luzes de direção embaixo, nos modelos XL e XLT equipada com o motor 2.5 HSD da Maxion, turbinada e intercoolada. A Série especial Lightning com o motor de 4.9 litros a gasolina em 1998, e também o modelo mais o motor diesel mais forte que já a equipou, o motor MWM X10 4.10 com 133cv. No mesmo ano parou a produção e sua sucessora foi a picape [[F-250]] que iniciou a produção no ano seguinte.


                                                                 F-1000:














           

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Ford T

    



Ford T:





O Ford T foi criado pelo americano Henry Ford,O primeiro modelo T começou a ser produzido no dia 1 de outubro de 1908. Entre as inovações estavam o valor acessível, a produção em escala e a oferta de peças para a reposição. O modelo T era equipado na época com um motor de quatro cilindros que gerava 20 cv de potência máxima. O consumo não era a dos mais altos, até para os dias atuais 5,5 km/l a 9 km/l de gasolina.

Motor do Ford T de quatro cilindros que gerava 20 cv de potência máxima:






O sonho de Henry Ford era democratizar o automóvel, produzi-lo em grande número e com custo suficientemente baixo para que todo americano pudesse ter um. Sem perder o seu objetivo de vista, o Henry Ford criou o Ford T, que vendeu 15 milhões de unidades entre 1908 a 1927.




A fabricação desse modelo ganharia notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série, revolucionando a indústria automobilística. O T era o primeiro carro projetado para a manufatura, pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilística começou a partir deste momento, pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.
Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia despencado para  US$ 290.


Por estas razões, o  T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do carro e do caminhão dessa linha.  Em 1920, mais da metade dos veículos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países distantes como Turquiae Etiópia.


Ford no Brasil:

Fábrica Ford rua Florêncio de Abreu no centro de São Paulo:




Rua Solon no bairro do Bom Retiro:





Ford do Brasil é a subsidiária brasileira da montadora estadunidense Ford. Fundada em 1919, a Ford do Brasil dedicou-se inicialmente á importação de veículos produzidos no exterior.
Foi a segunda filial sul-americana da Ford, depois da Ford Argentina, e a primeira a se instalar no Brasil, inicialmente num armazém na Rua Florêncio de Abreu em São Paulo, mudando-se um ano depois para a Praça da República, até a inauguração, em 1921, de intalações especialmente projetadas para funcionarem como linha de montagem de veículos, na rua Solon, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.O automóvel Ford modelo T e o caminhão TT foram os primeiros veículos montados pela Ford Brasil.
 Com o plano de nacionalização da produção conduzido pelo governo Kubitschek, a Ford inaugurou a manufatura local de veículos em 26 de agosto de 1957. O primeiro veículo produzido foi o caminhão Ford F-600 a gasolina, no complexo industrial do Ipiranga.
Nessa época, cerca de 40% do veículo era de peças nacionais, o restante, inclusive motores, tinha de ser importado. A produção local de motores iniciou-se em 1958 com a inauguração da fábrica de motores no complexo industrial do Ipiranga. O motor produzido era v8 Y-block, de 272 podegadas cúbicas de deslocamento ( 4,5 litros) e 161 HP.
O primeiro automóvel lançado pela Ford do Brasil foi o Ford Galaxie 500 em abril de 1967, igual ao modelo norte-americano de 1966 exceto pela motorização e era na época o mais moderno automóvel fabricado no Brasil.
Ainda em 1967 a Ford do Brasil adquiriu o controle acionário da Willys Overland do Brasil, herdando então um projeto de carro médio que viria a ser lançado, depois de extensas modificações, como o Ford Corcel em 1968. O maior sucesso da Ford no Brasil foi o automóvel Corcel ll, introduzido em 1978.


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